O lançamento de um novo aparelho de som fez com que o modelo antigo sofresse desvalorizações sucessivas de 7% e 13%. Calcule o preço atual, sabendo que o valor anterior às desvalorizações era de R$ 900,00.
Resolução:
Em uma operação financeira de descontos sucessivos devemos utilizar a fórmula Vf = V0.(1-i1).(1-i2)......(1-in), onde:
Vf = Valor após os descontos
V0= Valor inicial
i= Valores das taxas
Vamos retirar agora os dados do enunciado:
V0 = 900
Vf = ?
i1 = 7%
i2= 13%
Cabe lembrar que sempre trabalhamos com as taxas na forma unitária, portanto vamos convertê-las da forma percentual para unitária:
i1 = 7%
i1 = 7%/100%
i1 = 0,07
i2 = 13%
i2 = 13%/100%
i2 = 0,13
Agora só temos que lançar os valores na fórmula dos descontos:
Vf = V0.(1-i1).(1-i2)
Vf = 900.(1-0,07).(1-0,13)
Vf = 900.0,93.0,87
Vf = 9.9,3.8,7
Vf = 9.80,91
Vf = 728,19
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26 de fev. de 2012
Matemática Financeira
Desejo comprar uma televisão a vista, mas a quantia Q que possuo corresponde a 80% do preço P do aparelho. O vendedor ofereceu-me um abatimento de 5% no preço, mas, mesmo assim, faltam R$ 84,00 para realizar a compra. Quais os valores de P e Q?
Resolução:
Analisando o primeiro parágrafo da questão podemos montar a primeira equação, ou seja, Q = 80%.P, vamos converter 80% para número comum, teremos 80%/100% = 0,8, portanto nossa equação ficará Q = 0,8.P
Partiremos para a segunda equação, como foi dado um abatimento de 5% teremos que o "novo" preço de venda seria 100%-5% = 95%, observe que esta percentagem será calculada em "cima" de P, logo P´=0,95.P, porém este valor ainda é superior à quantia Q que o comprador possui e seu valor é R$84,00 maior, logo:
0,95P = Q+84 ( Segunda equação)
Portanto temos um sistema com duas equações:
Q = 0,8P (1)
0,95P = Q+84 (2)
Resolveremos por substituição, tomamos a expressão de Q na equação (1) e substituímos na equação (2):
0,95P = 0,8P + 84
0,95P - 0,8P = 84
0,15P = 84
Para facilitar podemos multiplicar os dois membros por 100 para eliminar a parte decimal do primeiro membro:
100.0,15P = 100.84
15P = 8400
P = 8400/15
P = R$560 ( Valor de venda inicial)
Substituindo em (1) o valor encontrado para P, teremos:
Q=0,8P
Q=0,8.560
Q=8.56
Q=R$ 448 ( Valor possuído pelo comprador)
Resolução:
Analisando o primeiro parágrafo da questão podemos montar a primeira equação, ou seja, Q = 80%.P, vamos converter 80% para número comum, teremos 80%/100% = 0,8, portanto nossa equação ficará Q = 0,8.P
Partiremos para a segunda equação, como foi dado um abatimento de 5% teremos que o "novo" preço de venda seria 100%-5% = 95%, observe que esta percentagem será calculada em "cima" de P, logo P´=0,95.P, porém este valor ainda é superior à quantia Q que o comprador possui e seu valor é R$84,00 maior, logo:
0,95P = Q+84 ( Segunda equação)
Portanto temos um sistema com duas equações:
Q = 0,8P (1)
0,95P = Q+84 (2)
Resolveremos por substituição, tomamos a expressão de Q na equação (1) e substituímos na equação (2):
0,95P = 0,8P + 84
0,95P - 0,8P = 84
0,15P = 84
Para facilitar podemos multiplicar os dois membros por 100 para eliminar a parte decimal do primeiro membro:
100.0,15P = 100.84
15P = 8400
P = 8400/15
P = R$560 ( Valor de venda inicial)
Substituindo em (1) o valor encontrado para P, teremos:
Q=0,8P
Q=0,8.560
Q=8.56
Q=R$ 448 ( Valor possuído pelo comprador)
4 de out. de 2011
HIDROSTÁTICA
(UEPA-2009)
b)2
c)3
d)4
e)5
RESOLUÇÃO:
Primeiro quero que você conheça o Teorema do Empuxo criado pelo brilhante Arquimedes de Siracusa, ou melhor, que você entenda o que ele representa:
"Todo corpo mergulhado em um líquido sofre ação de uma força vertical, orientada de baixo para cima, igual ao peso da porção de líquido deslocada pelo corpo"
Matematicamente seria assim: Empuxo = Peso do fluido deslocado
Vamos agora chamar de n o número de toras então teremos uma massa de 40n para o conjunto de toras e somaremos a isso a massa do ribeirinho.
mtotal = 40n+70
Agora vamos tentar montar uma inequação para ver o que iremos precisar:
E = Pfluido
No lugar de E podemos substituir Peso do conjunto ribeirinho e toras pois temos equilíbrio estático no ponto limite.
P < Pfluido
(mtoras+mribeirinho).g < mágua.g
40n+70 < dágua.Vágua
40n+70 < 1000.n.0,08 ( Entendeu porque V da água é 0,08.n?)
40n+70 < 80n
80n > 40n + 70
80n-40n>70
40n>70
n>70/40
n>1,75
Qual o próximo número inteiro maior que 1,75?
A resposta é 2.
Um ribeirinho pretende atravessar o rio e, para isso, constrói uma jangada com toras de madeira. Cada tora tem 0,08m³ e massa de 40kg. Se o ribeirinho tem 70kg, qual a quantidade mínima de toras ele pode usar para que a jangada não afunde? Considere a densidade da água 1000kg/m³.
a)1b)2
c)3
d)4
e)5
RESOLUÇÃO:
Primeiro quero que você conheça o Teorema do Empuxo criado pelo brilhante Arquimedes de Siracusa, ou melhor, que você entenda o que ele representa:
"Todo corpo mergulhado em um líquido sofre ação de uma força vertical, orientada de baixo para cima, igual ao peso da porção de líquido deslocada pelo corpo"
Matematicamente seria assim: Empuxo = Peso do fluido deslocado
Vamos agora chamar de n o número de toras então teremos uma massa de 40n para o conjunto de toras e somaremos a isso a massa do ribeirinho.
mtotal = 40n+70
Agora vamos tentar montar uma inequação para ver o que iremos precisar:
E = Pfluido
No lugar de E podemos substituir Peso do conjunto ribeirinho e toras pois temos equilíbrio estático no ponto limite.
P < Pfluido
(mtoras+mribeirinho).g < mágua.g
40n+70 < dágua.Vágua
40n+70 < 1000.n.0,08 ( Entendeu porque V da água é 0,08.n?)
40n+70 < 80n
80n > 40n + 70
80n-40n>70
40n>70
n>70/40
n>1,75
Qual o próximo número inteiro maior que 1,75?
A resposta é 2.
FÍSICA IV HALLIDAY ED. 4 PÁG.42 EX. 30
a) Escreva a equação diferencial para um circuito LC alimentado por uma f.e.m. harmônica do tipo Vm . sen(wt)
b) Ache a solução desta equação em função do tempo t.
c) Seja wo = 1/(LC)exp1/2 e w a frequência angular da fonte de alimentação; obtenha uma relação para qm em função de Vm, L, wo e de w.
RESOLUÇÃO:
a) VL+VC = V
L.d²q/dt² + q/C = Vm.sen(wt)
Sabemos que: LCwo² = 1 <=> 1/C = Lwo²
L.d²q/dt² + Lwo²q = Vm.sen(wt)
b) CONTINUA......
b) Ache a solução desta equação em função do tempo t.
c) Seja wo = 1/(LC)exp1/2 e w a frequência angular da fonte de alimentação; obtenha uma relação para qm em função de Vm, L, wo e de w.
RESOLUÇÃO:
a) VL+VC = V
L.d²q/dt² + q/C = Vm.sen(wt)
Sabemos que: LCwo² = 1 <=> 1/C = Lwo²
L.d²q/dt² + Lwo²q = Vm.sen(wt)
b) CONTINUA......
12 de set. de 2011
QUESTÃO SOBRE RELATIVIDADE RESTRITA
A vida-média própria dos mésons pi é 2,6.10 exp -8 s. Se um feixe destas partículas tiver a velocidade escalar de 0,9c:
a) Qual seria a respectiva vida-média medida no laboratório?
b) Qual seria a distância que poderiam cobrir, em média, antes do decaimento?
c) Qual seria a resposta da parte (b) se fosse desprezado o alentecimento do tempo?
RESOLUÇÃO:
a) A definição de vida-média nos diz que é o tempo necessário para que um certo material radioativo desintegre-se, porém precisamos para resolver o item A somente lembrar da fórmula física relativística da dilatação dos tempos: t/T = √(1-v²/c²)
Onde:
t= Tempo medido no referencial em movimento
T= Tempo medido no referencial em repouso
v= Velocidade do referencial em movimento
c= Velocidade da luz
No item A temos:
t= 2,6.10exp-8 s ( Este é o tempo do ponto de vista dos mésons pois eles estão em movimento)
T= ? ( Este é o tempo medido no laboratório que está em repouso)
v=0,9c ( Velocidade dos mésons)
Jogando os valores na fórmula:
2,6.10exp-8/T =√1-(0,9c)²/c²
2,6.10exp-8/T =√1-0,81c²/c²
2,6.10exp-8/T=√1-0,81
2,6.10exp-8/T=√0,19
T=2,6.10exp-8/√0,19
T=5,96.10exp-8s
b) Para este cálculo usamos o referencial do laboratório, ou seja, T=5,96.10exp-8 e v=0,9c. Usaremos novamente a definição de velocidade S=v.T:
S = 0,9c.5,96.10exp-8 s
S = 0,9.3.10exp8.5,96.10exp-8
S = 2,7.5,96
S = 16,092 metros
c) A distância que poderiam cobrir do ponto de vista de um observador ligado ao referencial dos mésons seria dada por S = v.t, onde v = 0,9c e t = 2,6.10exp-8 s.
S = 0,9.3.10exp8.2,6.10exp-8
S = 2,7.2,6 metros
S = 7,02 metros
a) Qual seria a respectiva vida-média medida no laboratório?
b) Qual seria a distância que poderiam cobrir, em média, antes do decaimento?
c) Qual seria a resposta da parte (b) se fosse desprezado o alentecimento do tempo?
RESOLUÇÃO:
a) A definição de vida-média nos diz que é o tempo necessário para que um certo material radioativo desintegre-se, porém precisamos para resolver o item A somente lembrar da fórmula física relativística da dilatação dos tempos: t/T = √(1-v²/c²)
Onde:
t= Tempo medido no referencial em movimento
T= Tempo medido no referencial em repouso
v= Velocidade do referencial em movimento
c= Velocidade da luz
No item A temos:
t= 2,6.10exp-8 s ( Este é o tempo do ponto de vista dos mésons pois eles estão em movimento)
T= ? ( Este é o tempo medido no laboratório que está em repouso)
v=0,9c ( Velocidade dos mésons)
Jogando os valores na fórmula:
2,6.10exp-8/T =√1-(0,9c)²/c²
2,6.10exp-8/T =√1-0,81c²/c²
2,6.10exp-8/T=√1-0,81
2,6.10exp-8/T=√0,19
T=2,6.10exp-8/√0,19
T=5,96.10exp-8s
b) Para este cálculo usamos o referencial do laboratório, ou seja, T=5,96.10exp-8 e v=0,9c. Usaremos novamente a definição de velocidade S=v.T:
S = 0,9c.5,96.10exp-8 s
S = 0,9.3.10exp8.5,96.10exp-8
S = 2,7.5,96
S = 16,092 metros
c) A distância que poderiam cobrir do ponto de vista de um observador ligado ao referencial dos mésons seria dada por S = v.t, onde v = 0,9c e t = 2,6.10exp-8 s.
S = 0,9.3.10exp8.2,6.10exp-8
S = 2,7.2,6 metros
S = 7,02 metros
9 de set. de 2011
PROBABILIDADE
Luís tem probabilidade 1/4 de convidar Alice para um passeio num domingo. A probabilidade de que César a convide é 2/5 e a de Olavo é 1/2. Qual a probabilidade de que:
a) os três a convidem para o passeio?
b) ao menos um a convide para o passeio?
c) nenhum a convide para o passeio?
RESOLUÇÃO:
a) Os eventos Luís, César ou Olavo convidarem Alice para sair são independentes, pois um não interfere na ocorrência do outro, logo podemos usar a fórmula para eventos independentes aqui também.
Sendo:
P(L) = Probabilidade de Luís convidar Alice para sair = 1/4
P(C) = Probabilidade de César convidar Alice para sair = 2/5
P(O) = Probabilidade de Olavo convidar Alice para sair = 1/2
Vamos colocar os dados acima na fórmula da probabilidade dos eventos independentes:
P(L ou C ou O) = P(L).P(C).P(O)
P(L ou C ou O) = 1/4 . 2/5 . 1/2
P(L ou C ou O) = 1.2.1/4.5.2
P(L ou C ou O) = 2/40
P(L ou C ou O) = 1/20 = 100%/20 = 5% Portanto há 5% de chance de que Alice seja convidada pelos três.
b) Neste item vamos utilizar um artifício que é bem simples de entender, observe:
Temos:
P0 = Probabilidade de Alice não ser convidada por ninguém
P1 = Probabilidade de Alice receber 1 convite
P2 = Probabilidade de Alice receber 2 convites
P3 = Probabilidade de Alice receber 3 convites
Queremos que ela receba ao menos 1 convite, isso implica dizer que não queremos a opção P0, vamos usar então a SOMA das probabilidades.
P0+P1+P2+P3 = 1
Observem que queremos a soma P1+P2+P3 que nos dá resultados de Alice ser convidada por alguém, vamos denominar P1+P2+P3 de x.
P0+x = 1
x = 1 - P0
Já sabemos o que P0 representa então vamos calcular seu valor.
P0 = P(ñ L e ñ C e ñ O) , ou seja é a probabilidade de quem nem Luís, César ou Olavo convidem Alice para sair.
P0 = P(ñL).P(ñC).P(ñO)
Para Luís:
P(ñL)+P(L) = 1 Probabilidade de Luís não convidar mais a probabilidade de convidar é igual a 1.
P(ñL) = 1 - P(L)
P(ñL) = 1 - 1/4
Analogamente para César:
P(ñC)+P(C) = 1
P(ñC) = 1 - P(C)
P(ñC) = 1 - 2/5
P(ñC) = 3/5
E finalmente para Olavo:
P(ñO)+P(O) = 1
P(ñO) = 1 - P(O)
P(ñO) = 1 - 1/2
P(ñO) = 1/2
Vamos agora encontrar a resposta do item b:
P0 = P(ñL).P(ñC).P(ñO)
P0 = 3/4 . 3/5 . 1/2
P0 = 3.3.1/4.5.2
P0 = 9/40
x = 1 - P0
x = 1 - 9/40
x = 31/40
c) Este item já foi respondido é só você rever as explicações.
a) os três a convidem para o passeio?
b) ao menos um a convide para o passeio?
c) nenhum a convide para o passeio?
RESOLUÇÃO:
a) Os eventos Luís, César ou Olavo convidarem Alice para sair são independentes, pois um não interfere na ocorrência do outro, logo podemos usar a fórmula para eventos independentes aqui também.
Sendo:
P(L) = Probabilidade de Luís convidar Alice para sair = 1/4
P(C) = Probabilidade de César convidar Alice para sair = 2/5
P(O) = Probabilidade de Olavo convidar Alice para sair = 1/2
Vamos colocar os dados acima na fórmula da probabilidade dos eventos independentes:
P(L ou C ou O) = P(L).P(C).P(O)
P(L ou C ou O) = 1/4 . 2/5 . 1/2
P(L ou C ou O) = 1.2.1/4.5.2
P(L ou C ou O) = 2/40
P(L ou C ou O) = 1/20 = 100%/20 = 5% Portanto há 5% de chance de que Alice seja convidada pelos três.
b) Neste item vamos utilizar um artifício que é bem simples de entender, observe:
Temos:
P0 = Probabilidade de Alice não ser convidada por ninguém
P1 = Probabilidade de Alice receber 1 convite
P2 = Probabilidade de Alice receber 2 convites
P3 = Probabilidade de Alice receber 3 convites
Queremos que ela receba ao menos 1 convite, isso implica dizer que não queremos a opção P0, vamos usar então a SOMA das probabilidades.
P0+P1+P2+P3 = 1
Observem que queremos a soma P1+P2+P3 que nos dá resultados de Alice ser convidada por alguém, vamos denominar P1+P2+P3 de x.
P0+x = 1
x = 1 - P0
Já sabemos o que P0 representa então vamos calcular seu valor.
P0 = P(ñ L e ñ C e ñ O) , ou seja é a probabilidade de quem nem Luís, César ou Olavo convidem Alice para sair.
P0 = P(ñL).P(ñC).P(ñO)
Para Luís:
P(ñL)+P(L) = 1 Probabilidade de Luís não convidar mais a probabilidade de convidar é igual a 1.
P(ñL) = 1 - P(L)
P(ñL) = 1 - 1/4
Analogamente para César:
P(ñC)+P(C) = 1
P(ñC) = 1 - P(C)
P(ñC) = 1 - 2/5
P(ñC) = 3/5
E finalmente para Olavo:
P(ñO)+P(O) = 1
P(ñO) = 1 - P(O)
P(ñO) = 1 - 1/2
P(ñO) = 1/2
Vamos agora encontrar a resposta do item b:
P0 = P(ñL).P(ñC).P(ñO)
P0 = 3/4 . 3/5 . 1/2
P0 = 3.3.1/4.5.2
P0 = 9/40
x = 1 - P0
x = 1 - 9/40
x = 31/40
c) Este item já foi respondido é só você rever as explicações.
5 de set. de 2011
PROBABILIDADE
Duas pessoas praticam tiro ao alvo. A probabilidade de a 1ª atingir o alvo é P(A) = 1/3 e a probabilidade de a 2ª atingir o alvo é P(B) = 2/3. Admitindo os eventos A e B independentes, se os dois atiram, calcule as probabilidades abaixo:
a) Nenhum atingir o alvo,
b) Os dois atingirem o alvo.
RESOLUÇÃO:
a)Vamos calcular primeiro as chances da 1ª pessoa errar o alvo é só calcularmos utilizando a fórmula P(A)+P(ñA)=1, ou seja, a soma das probabilidades da 1ª pessoa acertar com a probabilidade de errar é igual porque a pessoa acerta ou erra.
1/3 + P(ñA) = 1
P(ñA) = 1-1/3
P(ñA) = 2/3
Analogamente para a 2ª pessoa teremos:
P(B)+P(ñB)=1
2/3+P(ñB)=1
P(ñB)=1-2/3
P(ñB)=1/3
Como queremos a probilidade de os dois errarem o alvo e estes são eventos independentes usaremos a fórmula P(ñA ñB) = P(ñA).P(ñB).
P(ñA e ñB) = 2/3.1/3
P(ñA e ñB) = 2/9
b) Para os dois atingirem o alvo é só usarmos também P(A e B) pois são eventos independentes, ou seja, A acertar ou errar não influencia em B acertar ou errar e vice-versa:
P(A e B) = P(A).P(B)
P(A e B) = 1/3 . 2/3
P(A e B) = 2/9
a) Nenhum atingir o alvo,
b) Os dois atingirem o alvo.
RESOLUÇÃO:
a)Vamos calcular primeiro as chances da 1ª pessoa errar o alvo é só calcularmos utilizando a fórmula P(A)+P(ñA)=1, ou seja, a soma das probabilidades da 1ª pessoa acertar com a probabilidade de errar é igual porque a pessoa acerta ou erra.
1/3 + P(ñA) = 1
P(ñA) = 1-1/3
P(ñA) = 2/3
Analogamente para a 2ª pessoa teremos:
P(B)+P(ñB)=1
2/3+P(ñB)=1
P(ñB)=1-2/3
P(ñB)=1/3
Como queremos a probilidade de os dois errarem o alvo e estes são eventos independentes usaremos a fórmula P(ñA ñB) = P(ñA).P(ñB).
P(ñA e ñB) = 2/3.1/3
P(ñA e ñB) = 2/9
b) Para os dois atingirem o alvo é só usarmos também P(A e B) pois são eventos independentes, ou seja, A acertar ou errar não influencia em B acertar ou errar e vice-versa:
P(A e B) = P(A).P(B)
P(A e B) = 1/3 . 2/3
P(A e B) = 2/9
PROBLEMINHA SIMPLES USANDO DERIVADAS
Dividir o número 120 em duas partes tais que o produto P de uma pelo quadrado da outra seja máximo.
RESOLUÇÃO:
Vamos chamar uma das partes de x, a outra será (120-x).
O produto destas duas partes será dado então por P=x².(120-x).
Portanto teremos:
P=120x²-x³
Derivando a função P teremos:
dP/dx = 240x - 3x²
Queremos que P seja máximo, logo dP/dx =0:
0=240x - 3x²
3x²-240x = 0 ( Equação incompleta do 2º grau)
Logo x´= 0 e x´´= 80
Eliminamos sem problemas a raiz x=0, logo as partes procuradas são:
x=80 e (120-x) = 120-80=40
RESOLUÇÃO:
Vamos chamar uma das partes de x, a outra será (120-x).
O produto destas duas partes será dado então por P=x².(120-x).
Portanto teremos:
P=120x²-x³
Derivando a função P teremos:
dP/dx = 240x - 3x²
Queremos que P seja máximo, logo dP/dx =0:
0=240x - 3x²
3x²-240x = 0 ( Equação incompleta do 2º grau)
Logo x´= 0 e x´´= 80
Eliminamos sem problemas a raiz x=0, logo as partes procuradas são:
x=80 e (120-x) = 120-80=40
P.A.
A 1ª fase de um torneio de futebol é disputada por 15 equipes no sistema de turno e returno ( a equipe A, por exemplo, joga com a equipe B duas vezes: uma em seu campo e a outra no campo do adversário). Quantas partidas são disputadas ao todo, se os dois melhores classificados da 1ª fase fazem a final no mesmo sistema?
RESOLUÇÃO:
Vamos fixar a 1ª equipe, ela jogará 2 vezes contra 14 adversários, a equipe 2 jogará contra 13 duas vezes também, assim teremos
1ª equipe = 2x14 = 28 jogos
2² equipe = 2x13 = 26 jogos
.
.
.
14² equipe = 2x1 = 2 jogos
15² equipe = 2x0 = 0 jogos
Observe que podemos tratar este exercício como uma PA de razão r=-3, termo inicial a1=28 e calcular a soma de seus termos:
Sn = ( a1+an).n/2
Sn = (28 + 0).15/2
Sn = 28.15/2
Sn = 14.15
Sn = 210 jogos na 1ª fase
Na fase final teremos duas partidas, então 210+2 = 212
Ao final do campeonato teremos 212 partidas.
OUTRA FORMA DE RESOLVER:
Podemos resolver também por Análise Combinatória usando os arranjos de n elementos tomados p a p:
A15,2=15!/13!
A15,2=15.14.13! / 13!
A15,2= 15.14
A15,2= 210
Agora somamos com as partidas finais (2):
210+2=212
RESOLUÇÃO:
Vamos fixar a 1ª equipe, ela jogará 2 vezes contra 14 adversários, a equipe 2 jogará contra 13 duas vezes também, assim teremos
1ª equipe = 2x14 = 28 jogos
2² equipe = 2x13 = 26 jogos
.
.
.
14² equipe = 2x1 = 2 jogos
15² equipe = 2x0 = 0 jogos
Observe que podemos tratar este exercício como uma PA de razão r=-3, termo inicial a1=28 e calcular a soma de seus termos:
Sn = ( a1+an).n/2
Sn = (28 + 0).15/2
Sn = 28.15/2
Sn = 14.15
Sn = 210 jogos na 1ª fase
Na fase final teremos duas partidas, então 210+2 = 212
Ao final do campeonato teremos 212 partidas.
OUTRA FORMA DE RESOLVER:
Podemos resolver também por Análise Combinatória usando os arranjos de n elementos tomados p a p:
A15,2=15!/13!
A15,2=15.14.13! / 13!
A15,2= 15.14
A15,2= 210
Agora somamos com as partidas finais (2):
210+2=212
Problema de Análise Combinatória
Arnaldo, Bruno, Cláudio, Danilo, Eliza, Fabiana e Heloisa serão sorteados para compor uma comissão de 4 pessoas da siguinte forma: Serão soteados 2 dentre os quatro homens, e 2 dentre as três mulheres. A chance de Bruno ser sorteado para compor a comissão com Elisa é igual a:
A) 7/70
B) 2/5
C) 1/4
D) 1/3
E) 1/2
RESOLUÇÃO:
Primeiro temos que observar quais grupos podem ser formados dos 4 homens e 3 mulheres.
Para os homens:
C4,2=4!/2!2!
C4,2=6
Para as mulheres:
C3,2=3!/2!1!
C3,2=3
O total de grupos que será nosso espaço amostral é C4,2 . C3,2 = 6.3 = 18
Agora vamos ver as formas como Bruno e Elisa podem ser escolhidos:
Bruno
C3,1=3!/1!2!
C3,1=3
Elisa:
C2,1=2!1!1!
C2,1=2
Multiplique estes eventos ( Bruno e Elisa fazerem parte das comissões) será o nosso evento:
C3,1.C2,1 = 3.2 = 6
Agora calcule a probabilidade do nosso evento:
P = 6/18
P = 1/3
Letra D)
A) 7/70
B) 2/5
C) 1/4
D) 1/3
E) 1/2
RESOLUÇÃO:
Primeiro temos que observar quais grupos podem ser formados dos 4 homens e 3 mulheres.
Para os homens:
C4,2=4!/2!2!
C4,2=6
Para as mulheres:
C3,2=3!/2!1!
C3,2=3
O total de grupos que será nosso espaço amostral é C4,2 . C3,2 = 6.3 = 18
Agora vamos ver as formas como Bruno e Elisa podem ser escolhidos:
Bruno
C3,1=3!/1!2!
C3,1=3
Elisa:
C2,1=2!1!1!
C2,1=2
Multiplique estes eventos ( Bruno e Elisa fazerem parte das comissões) será o nosso evento:
C3,1.C2,1 = 3.2 = 6
Agora calcule a probabilidade do nosso evento:
P = 6/18
P = 1/3
Letra D)
Problema de Análise Combinatória
Marcela e Mário fazem parte de uma turma de quinze formandos, onde dez são rapazes e cinco são moças. A turma reune-se para formar uma comissão de formatura composta por seis formandos, três rapazes e três moças. O número de diferentes comissões que podem ser formadas, de modo que marcela participe e mário não participe.
Resolução:
Como se trata de um problema envolvendo comissões a ordem dos elementos não importa, logo iremos trabalhar com a fórmula das combinações, porém observe que são dois grupos: O de rapazes e o de moças e além disso existe a condição de que 1 moça ( Marcela) e 1 rapaz ( Mário) não participem das comissões então excluiremos estes dois dos cálculos.
Rapazes:
Se não excluíssemos seria assim: C 10,3, no entanto Mário deve ser excluído então n = 10-1
Logo: C9,3 = 9!/3!(9-3)!
C9,3 = 9.8.7/3.2.1
C9,3 = 3.4.7
C9,3 = 84
Moças:
Aqui teremos que incluir Marcela no conjunto de 5 moças logo n= 5 e p=2
C4,2 = 4!/2!2!
C4,2 = 4.3.2!/2!.2!
C4,2 = 12/2
C4,2 = 6
Para sabermos as comissõers possíveis usamos o princípio multiplicativo da contagem:
C9,3 . C4,2
84.6
504
Resolução:
Como se trata de um problema envolvendo comissões a ordem dos elementos não importa, logo iremos trabalhar com a fórmula das combinações, porém observe que são dois grupos: O de rapazes e o de moças e além disso existe a condição de que 1 moça ( Marcela) e 1 rapaz ( Mário) não participem das comissões então excluiremos estes dois dos cálculos.
Rapazes:
Se não excluíssemos seria assim: C 10,3, no entanto Mário deve ser excluído então n = 10-1
Logo: C9,3 = 9!/3!(9-3)!
C9,3 = 9.8.7/3.2.1
C9,3 = 3.4.7
C9,3 = 84
Moças:
Aqui teremos que incluir Marcela no conjunto de 5 moças logo n= 5 e p=2
C4,2 = 4!/2!2!
C4,2 = 4.3.2!/2!.2!
C4,2 = 12/2
C4,2 = 6
Para sabermos as comissõers possíveis usamos o princípio multiplicativo da contagem:
C9,3 . C4,2
84.6
504
3 de set. de 2011
PROBABILIDADE
Uma comissão de 3 pessoas é formada escolhendo-se ao acaso entre Antônio, Benedito, César, Denise e Elisabete. Se Denise não pertencer à comissão, qual a probabilidade de César pertencer?
Resposta: 3/4
RESOLUÇÃO:
O número total de possibilidades na formação da comissão será dado por C5,3 pois temos 5 elementos (n=5) para escolher quais vão compor a comissão, porém antes quero falar sobre a fórmula que define as Probabilidades Condicionais, sua expressão matemática é:
P (AlB) = P ( A intersecção B ) / P ( B)
" Probabilidade condicional do evento A, uma vez que B tenha ocorrido"
Notem no enunciado a parte : " SE Denise não pertencer à comissão, qual a probabilidade de César pertencer?"
Entenderam? Queremos encontrar:
P (AlB) que é a probabilidade de César pertencer à comissão, dado que
P (B) Denise não pertence à comissão,
Porém, você deve estar se perguntando: "O que representa P ( A intersecção B)?", simples, é a probabilidade de César e Denise pertencerem ao mesmo tempo à comissão.
Vamos calcular primeiro P(B):
Como falei no início o número total de comissões será C5,3 pois são 5 pessoas para formar grupos de 3, então teremos C5,3 = 5!/3!(5-3)!, resolvendo este fatorial C5,3 = 10.
Para completar iremos agora formar grupos de 3 EXLUINDO um elemento que é a Denise, logo C4,3 = 4!/3!(4-3)! , o que nos dá C4,3 = 4, portanto a probabilidade P (B) de Denise não fazer parte da comissão será C4,3/C5,3 = 4/10.
Pronto,falta calcularmos P ( A intersecção B ) que já vimos que representa a probabilidade de Denise e César pertencerem à comissão, ora, para isto peguemos os 3 membros restantes e iremos formar grupos de 1, entenderam porque? Cada comissão possui 3 membros mas Denise e César têm que estar no grupo então reduzimos 2 elementos de n=5 e 2 elementos de p=3, logo:
P ( A intersecção B )=C3,1/C5,3 = 3/10
Organizando os dados obtidos:
P ( A intersecção B )=3/10
P ( B ) = 4/10
Portanto a Probabilidade Condiional pedida será:
P (AlB) = (3/10)/(4/10)
P (AlB) = 3/4
Resposta: 3/4
RESOLUÇÃO:
O número total de possibilidades na formação da comissão será dado por C5,3 pois temos 5 elementos (n=5) para escolher quais vão compor a comissão, porém antes quero falar sobre a fórmula que define as Probabilidades Condicionais, sua expressão matemática é:
P (AlB) = P ( A intersecção B ) / P ( B)
" Probabilidade condicional do evento A, uma vez que B tenha ocorrido"
Notem no enunciado a parte : " SE Denise não pertencer à comissão, qual a probabilidade de César pertencer?"
Entenderam? Queremos encontrar:
P (AlB) que é a probabilidade de César pertencer à comissão, dado que
P (B) Denise não pertence à comissão,
Porém, você deve estar se perguntando: "O que representa P ( A intersecção B)?", simples, é a probabilidade de César e Denise pertencerem ao mesmo tempo à comissão.
Vamos calcular primeiro P(B):
Como falei no início o número total de comissões será C5,3 pois são 5 pessoas para formar grupos de 3, então teremos C5,3 = 5!/3!(5-3)!, resolvendo este fatorial C5,3 = 10.
Para completar iremos agora formar grupos de 3 EXLUINDO um elemento que é a Denise, logo C4,3 = 4!/3!(4-3)! , o que nos dá C4,3 = 4, portanto a probabilidade P (B) de Denise não fazer parte da comissão será C4,3/C5,3 = 4/10.
Pronto,falta calcularmos P ( A intersecção B ) que já vimos que representa a probabilidade de Denise e César pertencerem à comissão, ora, para isto peguemos os 3 membros restantes e iremos formar grupos de 1, entenderam porque? Cada comissão possui 3 membros mas Denise e César têm que estar no grupo então reduzimos 2 elementos de n=5 e 2 elementos de p=3, logo:
P ( A intersecção B )=C3,1/C5,3 = 3/10
Organizando os dados obtidos:
P ( A intersecção B )=3/10
P ( B ) = 4/10
Portanto a Probabilidade Condiional pedida será:
P (AlB) = (3/10)/(4/10)
P (AlB) = 3/4
Espelhos Esféricos
Um espelho esférico côncavo tem raio de curvatura igual a 80 cm. Um objeto retilíneo de 2 cm de altura é colocado perpendicularmente ao eixo principal do espelho, a 120 cm dele.
Dê as características da imagem conjugada pelo objeto.
Acima podemos ver o objeto na frente do espelho vamos agora descobrir as características da imagem conjugada pelo objeto.
A primeira coisa a fazer é descobrir a distância da imagem em relação ao vértice do espelho, utilizaremos a Equação de Gaus ou Equação dos pontos conjugados:
1/f = 1/p + 1/p´
Onde:
f = Distância focal do espelho ( Vale a metade do raio de curvatura f=R/2).
p = Posição do objeto em relação ao vértice do espelho
p´= Posição da imagem em relação ao vértice do espelho
Foi nos repassado R = 80 cm então vamos dividir por 2 para obtermos f, já foi dito que f=R/2, então:
f=80 cm/2
f= 40 cm
Uma observação a ser feita aqui é de que se o espelho fosse convexo tanto R como f assumiriam valores negativos, ok?
A distância dada de 120 cm é a distância do objeto ao vértice do espelho, na fórmula é p.
Então ficamos assim:
1/f = 1/p + 1/p´
1/40 = 1/120 + 1/p´
1/40 - 1/120 = 1/p´
Tirando MMC teremos:
(3-1)/120 = 1/p
2/120 = 1/p´
2p´= 1.120
p´= 120/2
p´= 60 cm, esta é a distância da imagem ao vértice do espelho e como o sinal dela é positivo a imagem é chamada real.
Vamos agora definir se a imagem é invertida ou direita, ampliada ou reduzida, para isto precisaremos estabelecer a fórmula do aumento linear transversal ( A ), ela é expressa matematicamente por:
A = i/o = - p´/p ( Agora nos temos uma dupla igualdade mas não se preocupe nunca utilizamos nesta forma, só precisamos trabalhar com dois membros da igualdade.
A = - p´/p
Para definir o aumento linear transversal precisamos dos valores de p e p´ que já obtivemos então:
A = - 60 cm/120 cm
A = - 1/2 Note que A é adimensional ou seja não possui unidade de medida e representa se a imagem é ampliada ou reduzida, como 1/2 é um número menor que 1 a imagem é menor que o objeto logo, reduzida.
E quanto ao sinal de A, você observou que é negativo? Devido ao sinal ser negativo a imagem será invertida, ou seja, estará de "cabeça para baixo" em relação ao objeto.
Falta falarmos sobre o tamanho "i" da imagem sendo dado o tamanho "o" do objeto.
Vimos que A=-1/2, e que i/o também é igual a A, então faremos:
1/2 = i/o ( Observe que aqui iremos nos abstrair do sinal aritmético) porque não existe nada com tamanho negativo. Sabemos que o valor do tamanho do objeto "o" vale 2 cm portanto:
1/2 = i/2cm
2cm = 2i
2i = 2cm
i = 2cm/2
i = 1 cm ( Compare com o tamanho do objeto o=2 cm e vc verá que a imagem realmente é menor que o objeto)
Para finalizar é só dizer a imagem encontra-se a 60 cm do espelho é reduzida e invertida e sua altura é de 1 cm.
Dê as características da imagem conjugada pelo objeto.
Acima podemos ver o objeto na frente do espelho vamos agora descobrir as características da imagem conjugada pelo objeto.
A primeira coisa a fazer é descobrir a distância da imagem em relação ao vértice do espelho, utilizaremos a Equação de Gaus ou Equação dos pontos conjugados:
1/f = 1/p + 1/p´
Onde:
f = Distância focal do espelho ( Vale a metade do raio de curvatura f=R/2).
p = Posição do objeto em relação ao vértice do espelho
p´= Posição da imagem em relação ao vértice do espelho
Foi nos repassado R = 80 cm então vamos dividir por 2 para obtermos f, já foi dito que f=R/2, então:
f=80 cm/2
f= 40 cm
Uma observação a ser feita aqui é de que se o espelho fosse convexo tanto R como f assumiriam valores negativos, ok?
A distância dada de 120 cm é a distância do objeto ao vértice do espelho, na fórmula é p.
Então ficamos assim:
1/f = 1/p + 1/p´
1/40 = 1/120 + 1/p´
1/40 - 1/120 = 1/p´
Tirando MMC teremos:
(3-1)/120 = 1/p
2/120 = 1/p´
2p´= 1.120
p´= 120/2
p´= 60 cm, esta é a distância da imagem ao vértice do espelho e como o sinal dela é positivo a imagem é chamada real.
Vamos agora definir se a imagem é invertida ou direita, ampliada ou reduzida, para isto precisaremos estabelecer a fórmula do aumento linear transversal ( A ), ela é expressa matematicamente por:
A = i/o = - p´/p ( Agora nos temos uma dupla igualdade mas não se preocupe nunca utilizamos nesta forma, só precisamos trabalhar com dois membros da igualdade.
A = - p´/p
Para definir o aumento linear transversal precisamos dos valores de p e p´ que já obtivemos então:
A = - 60 cm/120 cm
A = - 1/2 Note que A é adimensional ou seja não possui unidade de medida e representa se a imagem é ampliada ou reduzida, como 1/2 é um número menor que 1 a imagem é menor que o objeto logo, reduzida.
E quanto ao sinal de A, você observou que é negativo? Devido ao sinal ser negativo a imagem será invertida, ou seja, estará de "cabeça para baixo" em relação ao objeto.
Falta falarmos sobre o tamanho "i" da imagem sendo dado o tamanho "o" do objeto.
Vimos que A=-1/2, e que i/o também é igual a A, então faremos:
1/2 = i/o ( Observe que aqui iremos nos abstrair do sinal aritmético) porque não existe nada com tamanho negativo. Sabemos que o valor do tamanho do objeto "o" vale 2 cm portanto:
1/2 = i/2cm
2cm = 2i
2i = 2cm
i = 2cm/2
i = 1 cm ( Compare com o tamanho do objeto o=2 cm e vc verá que a imagem realmente é menor que o objeto)
Para finalizar é só dizer a imagem encontra-se a 60 cm do espelho é reduzida e invertida e sua altura é de 1 cm.
Movimento Harmônico Simples ( MHS)
Um corpo de 2 kg estica de 10 cm uma mola à qual está suspenso na vertical e em repouso. O corpo, então, é colocado numa superfície horizontal sem atrito, ligado à mola, conforme a figura abaixo. Nestas circunstâncias, o corpo é deslocado de 5 cm e abandonado, em repouso. ( g=10 m/s²).
Qual o período de oscilação da mola?
Resolução:
Dados:
m= 2kg
x = 10 cm ( Não podemos esquecer de converter para metros, unidade padrão do MKS)=0,1 m
g - 10 m/s²
Inicialmente a massa estava na vertical e se encontrava em equilíbrio estático então desconsiderando-se a massa da mola podemos dizer que a força da mola sobre a massa m equilibrava o seu peso, para que precisamos disto? Para calcular o valor da constante elástica k, vamos lá:
Peso = Felástica ( A Força elástica é dada pela Lei de Robert Hooke F = kx)
Teremos:
Peso = kx
m.g = k.x
2.10 = k.0,1
20 = 0,1k
ou
0,1k = 20
k = 20/0,1
k = 200 N/m
Como descobrimos a constante elástica da mola (k) vamos agora à segunda parte do enunciado e para isto precisaremos relembrar a fórmula T = 2π√(m/k)
Temos m=2 kg e k=200N/m, só precisamos descobrir o período das oscilações T.
T= 2.3,14.√ (2/200)
T= 6,28.√ 1/100
T=6,28/10
T=0,628 s
Qual o período de oscilação da mola?
Resolução:
Dados:
m= 2kg
x = 10 cm ( Não podemos esquecer de converter para metros, unidade padrão do MKS)=0,1 m
g - 10 m/s²
Inicialmente a massa estava na vertical e se encontrava em equilíbrio estático então desconsiderando-se a massa da mola podemos dizer que a força da mola sobre a massa m equilibrava o seu peso, para que precisamos disto? Para calcular o valor da constante elástica k, vamos lá:
Peso = Felástica ( A Força elástica é dada pela Lei de Robert Hooke F = kx)
Teremos:
Peso = kx
m.g = k.x
2.10 = k.0,1
20 = 0,1k
ou
0,1k = 20
k = 20/0,1
k = 200 N/m
Como descobrimos a constante elástica da mola (k) vamos agora à segunda parte do enunciado e para isto precisaremos relembrar a fórmula T = 2π√(m/k)
Temos m=2 kg e k=200N/m, só precisamos descobrir o período das oscilações T.
T= 2.3,14.√ (2/200)
T= 6,28.√ 1/100
T=6,28/10
T=0,628 s
Ondulatória
Uma corda de violão tem 0,6 m de comprimento. Determine os três maiores comprimentos de ondas estacionárias que se pode estabelecer nessa corda.
Resolução:
A fórmula para este problema é que o número de ventres (n) multiplicado pela metade do comprimento de onda ʎ nos dá o comprimento L da corda de violão assim teremos:
n.ʎ/2 = L
ʎ = 2L/n
Foram pedidos os 3 maiores comprimentos de onda portanto como n e ʎ são INVERSAMENTE proporcionais quanto menor for o valor de n maior será o valor de ʎ uma vez que L é constante.
Teremos que encontra os três primeiros números inteiros não nulos e não negativos ora na matemática é o conjunto Naturais não negativos e não-nulos.
{ 1,2,3} são os três menores valores .
Então:
Para n=1 ʎ=2.0,6m/1
ʎ = 1,2 m
Para n=2 ʎ=2.0,6m/2
ʎ = 0,6 m
Para n=3 ʎ=2.0,6m/3
ʎ = 0,4 m
Resolução:
A fórmula para este problema é que o número de ventres (n) multiplicado pela metade do comprimento de onda ʎ nos dá o comprimento L da corda de violão assim teremos:
n.ʎ/2 = L
ʎ = 2L/n
Foram pedidos os 3 maiores comprimentos de onda portanto como n e ʎ são INVERSAMENTE proporcionais quanto menor for o valor de n maior será o valor de ʎ uma vez que L é constante.
Teremos que encontra os três primeiros números inteiros não nulos e não negativos ora na matemática é o conjunto Naturais não negativos e não-nulos.
{ 1,2,3} são os três menores valores .
Então:
Para n=1 ʎ=2.0,6m/1
ʎ = 1,2 m
Para n=2 ʎ=2.0,6m/2
ʎ = 0,6 m
Para n=3 ʎ=2.0,6m/3
ʎ = 0,4 m
Análise Combinatória
Vamos resolver mais uma questão de Análise Combinatória.
Em um congresso há 30 físicos e 20 matemáticos. Quantas comissões de 3 físicos e 4 matemáticos podemos formar?
Resolução:
Lembram-se da explicação da postagem anterior? Sobre diferenças entre Permutações, Arranjos e Combinações? Vamos utilizá-la aqui.
Observem que há grupos de 3 físicos escolhidos dentre 30 pessoas e grupos de 4 matemáticos pegos do espaço de 20.
Se não vamos pegar todos os elementos então não se trata de PERMUTAÇÕES portanto somente pode ser combinações ou arranjos. Para chegar a uma resposta vamos pensar: Importa se nós escolhermos um elemento A ou B antes? O grupo AB não é o mesmo que BA? Se a resposta for que não importa temos Combinações em caso contrário Arranjos. Já pensaram? Pois bem NÃO IMPORTA a ordem logo vamos utilizar a fórmula das Combinações.
A fórmula é esta Cn,p , porém precisamos lembrar que teremos DOIS grupos, um de Físicos e outro de Matemáticos, logo:
Para os físicos:
C30.3 ( n=30 e p=3)
Para os matemáticos:
C20,4 ( n=20 e p=4)
Fazendo os cálculos teremos:
C30,3 = 30!/3!(30-3)!
C30,3 = 30!/3!27!
C30,3 = 30.29.28/3.2.1
C30,3 = 10.29.14 = 4060
C20,4 = 20!/4!(20-4)!
C20.4 = 20!/4!(16)!
C20,4 = 20.19.18.17/4.3.2.1
C20,4 = 5.19.3.17 = 190.17 = 3230
Para finalizarmos é só multiplicar as duas quantidades:
4060x4845
19670700
Em um congresso há 30 físicos e 20 matemáticos. Quantas comissões de 3 físicos e 4 matemáticos podemos formar?
Resolução:
Lembram-se da explicação da postagem anterior? Sobre diferenças entre Permutações, Arranjos e Combinações? Vamos utilizá-la aqui.
Observem que há grupos de 3 físicos escolhidos dentre 30 pessoas e grupos de 4 matemáticos pegos do espaço de 20.
Se não vamos pegar todos os elementos então não se trata de PERMUTAÇÕES portanto somente pode ser combinações ou arranjos. Para chegar a uma resposta vamos pensar: Importa se nós escolhermos um elemento A ou B antes? O grupo AB não é o mesmo que BA? Se a resposta for que não importa temos Combinações em caso contrário Arranjos. Já pensaram? Pois bem NÃO IMPORTA a ordem logo vamos utilizar a fórmula das Combinações.
A fórmula é esta Cn,p , porém precisamos lembrar que teremos DOIS grupos, um de Físicos e outro de Matemáticos, logo:
Para os físicos:
C30.3 ( n=30 e p=3)
Para os matemáticos:
C20,4 ( n=20 e p=4)
Fazendo os cálculos teremos:
C30,3 = 30!/3!(30-3)!
C30,3 = 30!/3!27!
C30,3 = 30.29.28/3.2.1
C30,3 = 10.29.14 = 4060
C20,4 = 20!/4!(20-4)!
C20.4 = 20!/4!(16)!
C20,4 = 20.19.18.17/4.3.2.1
C20,4 = 5.19.3.17 = 190.17 = 3230
Para finalizarmos é só multiplicar as duas quantidades:
4060x4845
19670700
2 de set. de 2011
Problema de Análise Combinatória
De quantas maneiras podemos escolher 3 numeros distintos entre os números ímpares de zero a dez?
E qual a diferença entre permutação, arranjo e combinação?
Resolução:
A diferença entre arranjos, permutações e combinações depende da ordem ou do número de elementos com os quais vc irá trabalhar, irei explicar através de exemplos.
Permutações:
Imagine que há três pessoas na fila de um banco A , B, e C.
Podem ser colocadas das formas:
A B C
A C B
B A C
B C A
C B A
C A B
Observe que são 6 possibilidades, certo?
A fórmula é dada utilizando-se o Princípio Fundamental da Contagem:
3.2.1 = 6
ou em termos matemáticos:
P3 - Chamamos permutação de três elementos.
Arranjos:
Imagine agora as mesmas pessoas A, B e C porém uma não pode ser atendida.
Neste caso podemos formar vários grupos de 2 elementos retirados de 3 e como a ordem na fila diferencia um grupo de outro temos o tipo de agrupamento denominado Arranjo de 3 elementos tomados 2 a 2. ( Dizemos Arranjos de n elementos tomados p a p)
A B
B A
A C
C A
B C
C B
A fórmula será An,p = n! / (n-p)! no nosso exemplo A3,2 = 3!/(3-2)! --- A3,2 = 3!/1!---- A3,2 = 6
Combinações:
Neste agrupamento a ordem é desconsiderada, ou seja, o grupo AB=BA, AC=CA e BC=CB, então teremos só 3 grupos.
AC
AB
BC
A fórmula será Cn,p = n! / p!(n-p)!
No nosso exemplo:
C3,2 = 3! / 2!(3-2)!
C3,2 = 3!/2!.1!
C3,2 = 3
Passando agora ao seu exercício, pense bem, NÃO iremos utilizar permutação pois não entram TODOS os elementos e sim 3 em cada grupo, basta saber agora se interessa a ordem ou não.
No caso não interessa a ordem então teremos Combinações de números ímpares de 0 a 10 ( 1,3,5,7,9) veja que nós temos 5 elementos que serão tomados 3 a 3.
Logo:
C5,3= 5! / 3!(5-3)!
C5,3= 5! / 3!.2!
C5,3= 5.4.3! / 3!.2!
C5,3= 20/2
C5,3= 10
Portanto podemos escolher de dez formas diferentes se não importa a ordem.
E qual a diferença entre permutação, arranjo e combinação?
Resolução:
A diferença entre arranjos, permutações e combinações depende da ordem ou do número de elementos com os quais vc irá trabalhar, irei explicar através de exemplos.
Permutações:
Imagine que há três pessoas na fila de um banco A , B, e C.
Podem ser colocadas das formas:
A B C
A C B
B A C
B C A
C B A
C A B
Observe que são 6 possibilidades, certo?
A fórmula é dada utilizando-se o Princípio Fundamental da Contagem:
3.2.1 = 6
ou em termos matemáticos:
P3 - Chamamos permutação de três elementos.
Arranjos:
Imagine agora as mesmas pessoas A, B e C porém uma não pode ser atendida.
Neste caso podemos formar vários grupos de 2 elementos retirados de 3 e como a ordem na fila diferencia um grupo de outro temos o tipo de agrupamento denominado Arranjo de 3 elementos tomados 2 a 2. ( Dizemos Arranjos de n elementos tomados p a p)
A B
B A
A C
C A
B C
C B
A fórmula será An,p = n! / (n-p)! no nosso exemplo A3,2 = 3!/(3-2)! --- A3,2 = 3!/1!---- A3,2 = 6
Combinações:
Neste agrupamento a ordem é desconsiderada, ou seja, o grupo AB=BA, AC=CA e BC=CB, então teremos só 3 grupos.
AC
AB
BC
A fórmula será Cn,p = n! / p!(n-p)!
No nosso exemplo:
C3,2 = 3! / 2!(3-2)!
C3,2 = 3!/2!.1!
C3,2 = 3
Passando agora ao seu exercício, pense bem, NÃO iremos utilizar permutação pois não entram TODOS os elementos e sim 3 em cada grupo, basta saber agora se interessa a ordem ou não.
No caso não interessa a ordem então teremos Combinações de números ímpares de 0 a 10 ( 1,3,5,7,9) veja que nós temos 5 elementos que serão tomados 3 a 3.
Logo:
C5,3= 5! / 3!(5-3)!
C5,3= 5! / 3!.2!
C5,3= 5.4.3! / 3!.2!
C5,3= 20/2
C5,3= 10
Portanto podemos escolher de dez formas diferentes se não importa a ordem.
1 de set. de 2011
Uma questão sobre atrito estático.
Se o coeficiente de atrito estático entre os pneus de um carro e a estrada é dado por "x", e a aceleração da gravidade representada por g, a aceleração máxima que o carro pode ter será calculada por: (considere a estrada sem inclinação)
a)x/g
b)x.g
c)g/x
d)x².g
e)x²/g
Resolução:
A aceleração será máxima quando tivermos força de atrito estática máxima ou seja Fat=u.Normal
A Normal no caso será o peso do veículo Normal=m.g
Então teremos m.a=u.Normal
m.a=u.m.g
Simplificando m:
a=u.g
Mas u=x, logo:
amáx=x.g
a)x/g
b)x.g
c)g/x
d)x².g
e)x²/g
Resolução:
A aceleração será máxima quando tivermos força de atrito estática máxima ou seja Fat=u.Normal
A Normal no caso será o peso do veículo Normal=m.g
Então teremos m.a=u.Normal
m.a=u.m.g
Simplificando m:
a=u.g
Mas u=x, logo:
amáx=x.g
30 de ago. de 2011
Determinar o comprimento da mediana AM do triangulo cujos vértices são A(2,3) B( 4,-2) e C(0,-6)
Resolução:
Como queremos a distância entre o vértice A e o ponto central de CB só precisamos calcular o ponto central de CB:
xMbc = (0+4)/2
xMbc = 2
e
yMbc = (-2-6)/2
yMbc = -4
Agora calcule a distância entre os pontos A e o ponto central de BC.
d = Raiz quadrada de [ (2-2)²+(3-(-4))²]
d = R Q de (0+49)
d = 7
Resolução:
Como queremos a distância entre o vértice A e o ponto central de CB só precisamos calcular o ponto central de CB:
xMbc = (0+4)/2
xMbc = 2
e
yMbc = (-2-6)/2
yMbc = -4
Agora calcule a distância entre os pontos A e o ponto central de BC.
d = Raiz quadrada de [ (2-2)²+(3-(-4))²]
d = R Q de (0+49)
d = 7
13 de out. de 2009
Derivação
Um homem com 1,8m de altura caminha em direção a um edifício, com uma velocidade de 1,5 m/s. Se existe um ponto de luz no chão a 15m do edifício, com que velocidade a sombra do homem estará diminuindo, quando ele estiver a 9m do edifício?
Resolução:
Utilizando uma figura que não temos como expor aqui chegaremos à seguinte proporção:
15/S = (15-x)/1,8
15.1,8 =S.(15-x)
27 = 15S-Sx
Temos que efetivar dois passos:
1º) Achar o valor da sombra S relativa à posição x=9 m.
27 = 15S-S.9
27 = 15S-9S
27 = 6S
6S = 27
S = 27/6
S = 9/2 m
2º) Diferenciar a expressão 27 = 15S -Sx:
d(27)/dt = d(15S)/dt - Sdx/dt - xdS/dt
0 = 15dS/dt - (9/2).-1,5 - 9dS/dt
0 = 15dS/dt + 27/2 - 9dS/dt
0 = 6dS/dt + 27/2
6dS/dt = -27/2
dS/dt = - 27/12
dS/dt = - 9/4 m/s
Fácil não é?
Resolução:
Utilizando uma figura que não temos como expor aqui chegaremos à seguinte proporção:
15/S = (15-x)/1,8
15.1,8 =S.(15-x)
27 = 15S-Sx
Temos que efetivar dois passos:
1º) Achar o valor da sombra S relativa à posição x=9 m.
27 = 15S-S.9
27 = 15S-9S
27 = 6S
6S = 27
S = 27/6
S = 9/2 m
2º) Diferenciar a expressão 27 = 15S -Sx:
d(27)/dt = d(15S)/dt - Sdx/dt - xdS/dt
0 = 15dS/dt - (9/2).-1,5 - 9dS/dt
0 = 15dS/dt + 27/2 - 9dS/dt
0 = 6dS/dt + 27/2
6dS/dt = -27/2
dS/dt = - 27/12
dS/dt = - 9/4 m/s
Fácil não é?
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